Som... pode ser perigoso ?
O que é o som ?
De acordo com a Wikipedia, o som é a propagação de uma frente de compressão mecânica ou onda mecânica; esta onda se propaga de forma circuncêntrica, apenas em meios materiais - que têm massa e elasticidade, como os sólidos, líquidos ou gasosos, quer dizer, não se propaga no vácuo. Os sons naturais são, na sua maior parte, combinações de sinais, mas um som puro monotónico, representado por uma senóide pura, possui uma velocidade de oscilação ou freqûencia que se mede em hertz (Hz) e uma ampliture ou energia que se mede em decibéis. Os sons audíveis pelo ouvido humado têm uma freqüência entre 20 Hz e 20 kHz. Acima e abaixo desta faixa estão ultra-som e infra-som, respectivamente.
Para os humanos, a audição é normalmente limitada por frequências entre 12 Hz e 20,000 Hz (20 kHz), embora estes limites não sejam absolutos.
Mas isso aqui é um blog relacionado a tecnologia e porque estou escrevendo algo sobre som ?
Vou explicar...
Muitas empresas hoje em dia tentam proteger o roubo de dados e disponibilizam computadores aos funcionários com USB bloqueados, não permitindo utilizar pen drives, SEM gravadores de CD, DVD, bloqueando portas paralelas, portas seriais, etc... além de controlarem o uso de internet através de firewalls servers, evitam o uso de modem, para conexão direta local, além de outras atitudes. Já vi alguns casos onde inclusive colocam adesivos na parte traseira dos computadores, para evitarem de usarem as saídas disponíveis...
Falou, falou, falou e não explicou nada...
Imagine o funcionamento de um fax... você coloca um documento num fax, o aparelho processa o papel, transforma-o em dados e envia-o pela linha telefônica... do outro lado da linha, temos outro aparelho de fax que faz justamente o inverso, pega os dados da linha telefônica e imprime em papel, portanto temos uma cópia do documento...
O que quero dizer a respeito de som é isso... mesmo muitas empresas fazendo o bloqueio de diversos dispositivos e evitando com que dados possam ser distribuídos, ainda assim sobra o "SOM" para fazer transferência de dados... mas como ?
Desenvolvi um POC (proof-of-concept) - prova de conceito - onde você converte um arquivo qualquer em sons e em seguida, sem qualquer tipo de cabo ou necessidade de ligação com o computador, você "toca" o som e usa seu celular para gravar o som que sair das caixinhas...
Mas como fica o som ? O arquivo é convertido para uma série de ruídos (precisamos de 256 sons diferentes para representar todos os caracteres da tabela ASCII) e depois que ele é colocado no celular, você terá todo o arquivo em formato sonoro... depois você leva o celular e faz justamente o contrário, pega o arquivo de som do celular e descarrega-o em outro computador e um outro programa converterá o som no arquivo original.
Isso parece até história de filmes de 007, mas não é... a possibilidade é real.
Em breve disponibilizarei este programa para demonstração e irão entender melhor seu funcionamento.
Enquanto isso, recomendo a todos irem comprando seus mp3 players, pois daqui uns tempos as empresas irão retirar também as caixinhas de som dos seus computadores.
Se alguém quiser falar sobre este assunto e disponibilizar em qualquer outro lugar, por favor, cite a fonte.
Obrigado.
Marcos Velasco
Terça-feira, 26 de Maio de 2009
Domingo, 30 de Novembro de 2008
Abandonware
Peço desculpas a todos que acompanham este blog, pela demora em postar novos artigos, mas estou tentando me livrar de vários problemas para ter mais tempo para me dedicar a coisas que realmente gosto de fazer.
O título "Abandonware" não é o fato do meu abandono aqui no blog não. :-)
É apenas uma coincidência.
Para quem não sabe, Abandonware é um termo usado na informática, para definir softwares (na grande maioria muito antigos) que foram abandonados por suas fabricantes, por diversos motivos: o software ficou realmente muito antigo, não existe mais a empresa que o criou, softwares da época do ms-dos, etc...
Existem diversas páginas especializadas em abandonware e de vez em quando eu visito-as para dar uma olhada e lembrar de programas fantásticos que foram desenvolvidos e que ninguém sabe do fim deles...
Eu gostaria muito que estes programas todos tivessem seus códigos-fontes liberados, pois assim alguns deles poderiam dar continuidade ou quem sabe, o desenvolvimento de novas versões para novas plataformas. A Electronic Arts doou o código-fonte da primeira versão (de 1989) de SimCity e pode ser baixado aqui (com o nome de Micropolis):
http://code.google.com/p/micropolis
A indústria de software as vezes é complicada, pois muitos softwares desenvolvidos a mais de 30 anos ainda que sejam copiados, podem ser considerados softwares piratas. Isto deveria ser uma piada.
Aqui está uma lista de sites interessantes sobre abandonware:
http://www.the-underdogs.info/ (Este é o que mais gosto)
http://www.abandonia.com/
http://www.abandonwarering.com/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Abandonware
Neste sites podemos encontrar sistemas operacionais, utilitários, jogos, editores de texto, etc...
Nunca fui um jogador assíduo, mas alguns joguinhos marcaram época para mim.
Encontrei alguns deles para download:
- Tunnels of Armageddon:
http://www.the-underdogs.info/game.php?gameid=1428
- Pinball Fantasies:
http://www.abandonia.com/en/games/424
- Prince of Persia:
http://www.abandonia.com/en/games/10/Prince+of+Persia.html
Em casa tenho uma verdadeira coleção de softwares antigos. São diversas fitas K7, disquetes e cartuchos contendo softwares para computadores da década de 80, como ZX Spectrum, TRS-80, MSX, Apple, etc...
O jogo que mais eu gostaria de ver o código-fonte aberto é o RoadRash:
Este jogo tem algo especial para mim, pois além de eu gostar dele, meus dois filhos (uma menina de 12 anos e um garoto de 4 anos) também jogam e gostam muito dele. Cresceram vendo RoadRash. :-)
Inclusive tenho uma cópia original do RoadRash em CD :-)
A todos antigos usuários de computadores, um recado: Divirtam-se !
Domingo, 27 de Julho de 2008
Pen Drives... o disquete do presente !
Durante muitos anos, o disquete foi o meio mais comum de transferência de dados entre computadores. Era pequeno, leve, fácil de carregar, mas chegou um tempo onde a capacidade dele não era suficiente. Então surgiram diversos outros dispositivos para facilitar a transferência de dados: cds, dvds, zip disks, etc...
Nenhum dos dispositivos acima citados, conseguiram realmente substituir a facilidade de um disquete até a chegada dos pen drives. Os pen drives são os dispositivos que a informática precisava: são leves, pequenos, fáceis de carregar, possuem muito espaço disponível, facilidade de uso, já que basta espetar no computador e ele estará funcionando, são rápidos e eficientes...
Mas como nem tudo são flores, existe o lado ruim. Os pen drives são os dispositivos que ajudam na disseminação de vírus hoje em dia. Portanto, voltamos a época dos disquetes... a grande maioria dos vírus eram espalhados via disquetes e hoje, existem milhares que são espalhados por pen drives.
Eu NÃO conheço nenhum pen drive que tenha tipo um botão para permitir somente leitura (ou seja, evitar a gravação de dados nele)... nos disquetes tínhamos uma pequena trava lateral que controlava se era permitido gravar algo ou não. Se alguém conhecer algum pen drive que faça isso por favor comente aqui, pois será de grande valor.
Muitos computadores estão com o suporte ao AUTORUN ativado. Mas o que este AUTORUN significa ? Significa que quando um dispositivo é inserido no computador, ele é automaticamente executado. Por exemplo: Quando inserimos um CD de música na unidade, o Windows automaticamente dispara um programa para toca-lo. Isso é o AUTORUN. Os vírus aproveitam este tipo de recurso para se auto-executarem, quando um pen drive é inserido no computador.
Veja algumas dicas que podem ser úteis:
1) Desativar o AUTORUN:
- Vejam a dica no site do meu amigo Sérgio Bohrer:http://www.mundodedexter.com.br/alltips/view.php?tid=6
2) Quanto acessar o ícone MEU COMPUTADOR nunca dar dois cliques numa unidade C:, D:, E:, etc... clique com o botão direito do mouse e clique em Abrir.
3) No caso de pen drives, podem ser feitos alguns artifícios para diminuir a quantidade de infecções:
- Acesse a unidade do pen drive, vamos supor que seja a E:
- Crie uma pasta na raiz do pen drive chamada AUTORUN.INF (o nome poderá ser maiúsculo ou minúsculo), não faz diferença.
- Copie alguns arquivos para dentro desta pasta. Qualquer arquivo, apenas para deixar esta pasta com algum conteúdo.
Mas porque criar esta pasta ?
O AUTORUN precisa de um arquivo chamado autorun.inf para poder executar programas automaticamente, então, se criarmos uma pasta com o mesmo nome, a grande maioria dos vírus não conseguirão gerar um autorun.inf próprio e isto dificultará seu trabalho. Alguns vírus são mais inteligentes e podem eliminar a pasta, mas esta pequena dica, já pode ajudar muito a reduzir infecções.
4) Toda vez que inserir um pen drive, CD, DVD, etc... em um computador, segure a tecla SHIFT esquerda e mantenha-a pressionada por alguns segundos... o Windows tem este macete, para evitar a execução de arquivos automáticos, quando se insere algum dispositivo com AUTORUN.
5) Existe uma chave no registro, que poderá ajudar a evitar a gravação de arquivos no pen drive. Lembre-se que, com esta chave ativada, seus pen drives apenas terão acesso de leitura e não conseguirão gravar nada neles, assim como os vírus também não. Testei esta chave com algumas marcas de pen drives e alguns modelos diferentes, mas não posso garantir que funcione para todas as marcas e modelos. Todos os testes que fiz foram no Windows XP com Service Pack 2, então se alguém puder testar em outras versões e colocar aqui os resultados, eu agradeceria.
Siga os seguintes passos:
- Clique no INICIAR e depois em EXECUTAR
- Digite: regedit
- Navegue na chave HKEY_LOCAL_MACHINE\System\CurrentControlSet \ Control\StorageDevicePolicies
- Do lado direito da tela, clique com o botão direito do mouse e escolha NOVO
- Escolha REG_DWORD ou Valor DWORD e digite WriteProtect
- Clique agora sobre o item WriteProtect e escolha modificar
- Digite 1 (um) caso queira proteger e 0 (zero) caso queira voltar ao estado normal, permitindo gravar dados no pen drive normalmente.
O ideal é reiniciar o computador após a alteração no registro, para que os ajustes sejam reconhecidos pelo Windows.
Domingo, 8 de Junho de 2008
Traffic shaping em banda larga
Para quem não conhece o termo "traffic shaping", significa que a prática aplicada pela maioria dos provedores de banda larga para "vigiar" o usuário, determinado quais programas ou protocolos podem ter acesso a determinada quantidade de banda em quais períodos do dia. Resumindo: controlam a quantidade de download que você pode fazer.
Certos protocolos ou programas são bloqueados ou têm velocidade de acesso à internet reduzida como forma de não consumir banda demais. Em geral, programas específicos para downloads como eMule, Karra, BitTorrent, etc... são os que sofrem as consequências.
Oficialmente, nenhuma prestadora de serviços de acesso em banda larga brasileira assume e justifica o uso das técnicas. Mas, em uma espécie de força-tarefa gigantesca ao redor de um mesmo tema, usuários juntaram indícios suficientes para implicar o nome de grandes provedores de banda larga do País e ainda assim, vale lembrar que a maioria dos provedores coloca em contrato uma garantia de velocidade mínima ofertada - na maioria, 10%.
Um método usado pra determinar se há bloqueio de protocolos ou programas é verificar a velocidade da própria conexão à internet. O Glasnost testa se seu provedor está interferindo no seu tráfego de torrent. A ferramenta, criada pelo Max Planck Institute for Software Systems, não exige download e faz os testes nas conexões em alguns minutos.
Para entusiastas que querem ir mais fundo, a Electronic Frontier Foundation criou uma ferramenta chamada Pcapdiff que testa se seu provedor está mexendo com seu tráfego de torrent.
Se as estratégias indicarem que, sim, seu provedor mexe no seu tráfego sem sua autorização, várias medidas podem ser tomadas como contra-ataque. Algumas destas técnicas podem funcionar com um provedor, mas não com outro.
Primeiro, tente usar encriptação no seu tráfego P2P. Programas como BitComet, BitTorrent, uTorrent, e Vuze oferecem a encriptação. Ao habilitar a função, fica muito mais difícil (impossível, em alguns casos) que seu provedor detecte o uso de softwares de P2P.
A porta de comunicação padrão usada no tráfego de torrent é a 6681. Provedores sabem disto e vigiam esta porta. Caso um provedor freie ou bloqueie o tráfego de P2P por esta porta, sua velocidade cairá consideravelmente.Já sabendo disto, muitos programas de torrent já vêm com funções para mudar ou alternar a porta de tráfego de torrent, com alguns deles tentando até mesmo configurar o firewall automaticamente para agilizar o tráfego. O excelente site Port Forward lhe dará dicas valiosas sobre como configurar seu roteador para fazer o trabalho manualmente.
Um método mais avançado é usar um túnel encriptado que, como sugere o nome, blinda seu tráfego de supostas manipulações do seu provedor.Serviços gratuitos como o The Onion Router e o I2P foram criados para enviar mensagens anônimas e encriptadas, mas alguns usuários os adaptaram para usar em conexões torrent. O Vuze tem suporte nativo para rotear o tráfego pelo Onion Router ou o I2P.
Por cerca de 5 dólares por mês, fornecedores de redes privativas virtuais (do inglês, VPN) como Relakks e SecureIX podem evitar que seu provedor identifique o tráfego de torrent e P2P.
A SecureIX, por exemplo, promete que seu produto "desabilitará problemas com P2P" e oferece uma versão gratuita para conexões com até 256 Kbps.
Os provedores, no entanto, estão ficando mais espertos quanto às técnicas usadas. Alguns, inclusive, chegam ao extremo de bloquear qualquer aplicação que pareça usar tráfego torrent. Caso isto aconteça contigo, ou você deve trocar de provedor ou testar um novo software torrent.
Se você espera que órgãos de regulamentação como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), corram atrás do traffic shaping, em curto prazo, é bom não criar muitas expectativas. Ainda assim, há novidades tecnológicas que podem facilitar nos próximos anos o uso de aplicações torrent.
Nos EUA, entidades como a Electronic Frontier Foundation pediram que a Comissão Federal de Comunicações (FCC) investigasse os casos trazidos pelos usuários, mas admitem que não pretendem adotar uma nova regulamentação para forçar provedores a desistir de qualquer prática que atrapalhe o tráfego alheio.
No Brasil, o problema está na Justiça brasileira, com processos iniciados há mais de seis anos e parados por falta de averiguação técnica.
A maior parte deste texto foi retirado do site do idgnow.
Terça-feira, 27 de Maio de 2008
Corrigindo "defeitos" das impressoras Epson
Tenho uma impressora Epson Stylus Color 480 algum tempo e outro dia ela apresentava uma mensagem: "unknown error" - erro desconhecido - ao imprimir. Ele fazia toda aquela inicialização, era reconhecida pelo plug and play do Windows, driver ok, etc... resolvi trocar o cabo paralelo, para ver se era ele o defeito. Não adiantou. Então, fiquei na dúvida se o defeito era na porta paralela do computador ou na impressora, ja que o cabo tinha sido trocado por um novo. Levei a impressora até outro computador e o defeito continuava. Então fiquei convencido que o defeito era mesmo na impressora.
Na época que comprei-a, paguei R$ 199 em uma promoção do Ponto Frio e ela me atendia muito bem, já que não imprimo em grandes quantidades.
Verificando na Internet, notei que algumas empresas de manutenção cobram R$ 200 pelo conserto, algo impraticável, ja que é uma impressora fora-de-linha e uma nova tem preço semelhante.
Fuçando mais um pouco na Internet notei que existiam muitos usuários com o problema exatamente igual ao meu. Foi então que consegui encontrar algo que ao mesmo tempo me deixou perplexo e desconfiado. Perplexo porque encontrei em algumas páginas, pessoas relatando que a Epson mantém contadores internos e que de repente a impressora pára de funcionar quando um destes contadores atingem seu limite e desconfiado porque também existe um programa que permite resetar a impressora e os contadores, fazendo-a voltar a funcionar.
Peguei o tal programa e fiz uma análise completa nele e vi que não tinha vírus e nada de código malicioso, então resolvi testa-lo.
Para minha surpresa, o programa resetou todos os contadores, reiniciei o computador, a impressora fez a inicialização dela e voltou a funcionar normalmente !!!
O uso do programa é extremamente simples, basta selecionar a impressora e o modelo dela, em seguida clicar no "x" e ele irá colocar um ícone na tray (ao lado do relógio), clique com o botão direito do mouse e escolha as opções de reset disponíveis.
Portanto, economizem R$ 200 quando tiverem um problema semelhante e use o programa, que é totalmente gratuito.
Download disponível aqui:
http://rapidshare.com/files/73129035/SSC_Service.rar
Eu testei com o modelo Epson Stylus Color 480, mas o programa diz corrigir (que agora eu acredito) também o "problema" das seguintes impressoras:
Epson Stylus Сolor 400 Epson Stylus Сolor 440 Epson Stylus Color 480 LPT Epson Stylus Color 480SXU / 580 Epson Stylus Сolor 600 Epson Stylus Сolor 640 Epson Stylus Сolor 660 Epson Stylus Сolor 670 Epson Stylus Color 680 / 777 Epson Stylus Сolor 740 Epson Stylus Сolor 760 Epson Stylus Сolor 800 / 850 Epson Stylus Сolor 860 Epson Stylus Color 880 Epson Stylus Color 900 / EM-900C Epson Stylus Color 980 Epson Stylus Сolor 1160 Epson Stylus Color 1520 Epson Stylus Color 3000 Epson Stylus C20 / C40 / CL-750 Epson Stylus C41 / C42 / C43 / C44 / C45 / C46 / C47 / C48 Epson Stylus C50 Epson Stylus C60 Epson Stylus C61 / C62 Epson Stylus C63 / C64 Epson Stylus C65 / C66 and PE Epson Stylus C67 / C68 / D68 and PE Epson Stylus C70 Epson Stylus C80 Epson Stylus C82 Epson Stylus C83 / C84 Epson Stylus C85 / C86 and PE Epson Stylus C87 / C88 / D88 and PE Epson Stylus Photo RX420 / RX425 / RX430 Epson Stylus Photo RX500 / RX510 Epson Stylus Photo RX520 Epson Stylus Photo RX600 / RX610 Epson Stylus Photo RX620 Epson Stylus Photo RX700 Epson Stylus CX3100 / CX3200 Epson Stylus CX3500 / CX3600 / CX3650 Epson Stylus CX3700 Epson Stylus CX3800 / CX3810 / DX3800 Epson Stylus CX4500 Epson Stylus CX4600 Epson Stylus CX4100 / CX4200 Epson Stylus CX4700 / CX4800 Epson Stylus DX4200 / DX4800 Epson Stylus CX5100 / CX5200 Epson Stylus CX5300 / CX5400 Epson Stylus CX6400 / CX6600 Epson Stylus CX6300 / CX6500 Epson Stylus CX7800 Epson PictureMate Epson Stylus Photo Epson Stylus Photo EX Epson Stylus Photo 700 / IP-100 Epson Stylus Photo 750 / PM-770C Epson Stylus Photo 780 / 790 / PM-780C Epson Stylus Photo 810 / 820 Epson Stylus Photo 820 Epson Stylus Photo 825 / 915 Epson Stylus Photo 830 / 830U Epson Stylus Photo 870 / PM-875DC Epson Stylus Photo R200 / R210 Epson Stylus Photo R220 / R230 Epson Stylus Photo R300 / R310 Epson Stylus Photo R320 Epson Stylus Photo R800 / PX-G900 Epson Stylus Photo R1800 Epson Stylus Photo R2400 Epson Stylus Photo 890 Epson Stylus Photo PM-890C Epson Stylus Photo PM-A700 Epson Stylus Photo PM-G720 Epson Stylus Photo PM-970C Epson Stylus Photo 895/ 785EPX Epson Stylus Photo 900 Epson Stylus Photo 925 / 935 Epson Stylus Photo 950 / 960 / PM-950C Epson Stylus Photo 1200 / PM-3000C Epson Stylus Photo 1270 / PM-3300C Epson Stylus Photo 1280 / PM-3500C Epson Stylus Photo 1290 Epson Stylus Photo 2000P Epson Stylus Photo 2100 Epson Stylus Photo 2200 / PM-4000EPX Epson Stylus Pro 5000 / PM-5000C.
Domingo, 9 de Março de 2008
Revistas especializadas em programação
Existem muitos sites de revistas com milhares de códigos-fontes disponíveis em diversas linguagens de programação (C, C++, Assembly, Java, Perl, Visual Basic, Delphi, etc...).
Vale a pena baixar todos os arquivos.
Gostaria de pedir aos visitantes deste blog para enviarem mais links que contenham páginas de revistas que disponibilizam os códigos-fontes.
Aqui a lista de alguns sites que conheço:
C/C++ Users Journal:
ftp://66.77.27.238/sourcecode/cuj/
Dr. Dobbs Journal:
ftp://66.77.27.238/sourcecode/ddj/
SysAdmin Magazine:
ftp://66.77.27.238/sourcecode/samag/
Windows Developer Network:
ftp://66.77.27.238/sourcecode/wd/
MSDN Magazine:
http://msdn2.microsoft.com/pt-br/magazine/cc135867.aspx
Game Developer:
http://www.gdmag.com/code.htm
Visual Studio Magazine:
http://visualstudiomagazine.com/code
TechNet Magazine:
http://technet.microsoft.com/pt-br/magazine/bb978519.aspx
Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008
Destravando arquivos e pastas que estão em uso
Algumas vezes precisamos deletar arquivos ou pastas e os mesmos estão sendo utilizados por algum programa em memória ou estão travados por algum motivo que nunca sabemos ao certo.
E muitas vezes são apresentadas mensagens que informam que não é possível deletar os itens, porque estão em uso.
A imagem a seguir é conhecida por muitos usuários:
Para saber quem está travando a pasta ou arquivo e também ajudar a destrava-los, existe um programa gratuito chamado Unlocker, que poderá ser baixado aqui:
http://ccollomb.free.fr/unlocker
É compatível com todas as versões do Windows, é leve, fácil de utilizar e tem versão em português disponível.
Após instala-lo, apenas clique com o botão direito do mouse em cima do arquivo ou pasta e escolha a opção Unlocker. Serão informados quais arquivos que estão utilizando o item e com isso o usuário poderá escolher se deseja desbloquear ou não.

